Os questionamentos sobre o transporte público gratuito no segundo turno das eleições em Ilhéus chegaram à Justiça Eleitoral. A Coligação Mais Bahia, Mais Brasil pediu a aplicação de sanções ao prefeito Valderico Junior, a representantes das empresas de transporte coletivo e a integrantes da administração municipal, alegando possíveis falhas na prestação do serviço.
Em resposta, a Prefeitura e a Autarquia de Transporte, Trânsito e Mobilidade (Sutram) apresentaram documentos sobre as medidas adotadas, incluindo notificações às empresas, relatórios com horários dos ônibus, registros de fiscalização nas garagens e um plano de contingência para atender distritos e localidades rurais.
A decisão foi proferida pela juíza Wilma Alves Santos Vivas, da 25ª Zona Eleitoral de Ilhéus, no processo 0604402-23.2026.6.05.0000. A magistrada entendeu que as justificativas e provas apresentadas pelo Prefeito, Município e empresas, comprovaram que 100% da frota do município circulou regularmente durante o pleito eleitoral
Também foram examinados os itinerários e as escalas de trabalho apresentados pelas empresas. “Eu respeito a democracia porque fui eleito pelo voto popular e respeito, acima de tudo, a população de Ilhéus. Nosso compromisso é com o direito de cada cidadão de votar e com o cumprimento das determinações da Justiça Eleitoral. Diante das denúncias, apresentamos os documentos e as informações sobre as medidas adotadas. A prova está aí. É preciso analisar os fatos e respeitar a verdade, porque o interesse da população deve estar acima de qualquer disputa política”, afirmou Valderico.
O resultado afasta as alegações de irregularidade e reforça que a atuação do município esteve de acordo com as regras estabelecidas para o pleito.
Sucom Ilhéus


